Escolas serão construídas em oito regionais de Betim (Imagem Reprodução/Facebook)
Escolas serão construídas em oito regionais de Betim (Imagem Reprodução/Facebook)

Em uma transmissão pelas redes sociais, na noite de segunda-feira (31), o prefeito Vittorio Medioli (PSD), falou sobre o projeto de municipalização das escolas estaduais na cidade e o projeto acordado com o Governo de Minas.

De acordo com o prefeito, o município pretende lançar um ‘plano de educação institucionalizado’ com ensino em tempo integral, com o objetivo de erradicar o analfabetismo funcional nos próximos anos. “Nós montamos um projeto de escola e também um plano para atender todos os alunos necessitados em tempo integral, que são cerca de 15% dos nossos alunos que transitam em nosso fundamental”, disse.

Serão investidos R$104 milhões de reais na construção de dez novas unidades escolares,  com capacidade para atender 18 mil alunos, sendo seis mil deles em tempo integral. Desses recursos, cerca de R$: 69 milhões serão do Governo de Minas, R$: 17 milhões da Prefeitura, R$: 10 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e outros R$: 8 milhões de contrapartidas.

As escolas serão construídas nas regionais Norte, Icaivera, Alterosas (2), Imbiruçu, Teresópolis, PTB, Centro (2) e Citrolândia.

Escolas serão construídas em oito regionais de Betim (Imagem Reprodução/Facebook)
Escolas serão construídas em oito regionais de Betim (Imagem Reprodução/Facebook)

Municipalização

Assinado na última quarta-feira (26), o projeto ‘Mãos Dadas’ do Governo de Minas prevê a migração dos alunos do ensino fundamental da rede estadual para a rede municipal.

“Recebemos do Governo de Minas a proposta de absorver 3.500 alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, num prazo de três a quatro anos. Essa proposta, no entanto, não atendia às demandas da cidade. Apresentamos, então, um plano alternativo que, além de absorver estes alunos, prevê a eliminação do analfabetismo funcional”, disse Medioli.

De acordo com a secretária de Educação, Marilene Pimenta, a migração desses alunos para a rede municipal não ocorrerá de forma imediata. “Os alunos que estão matriculados na rede estadual de ensino do fundamental I terão de dois a três anos para migrar para o ensino municipal. Essa migração irá acontecer quando essas unidades estiverem prontas”, ressalta.

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Educação pré-escolar

Durante a transmissão, Vitttorio Medioli também reforçou a meta de zerar o déficit da rede de educação infantil até o ano que vem. Em 2016, o município atendia 14.800 crianças no ensino pré-escolar, e outras 4.600 aguardavam por vagas. Para 2022, a expectativa é de atender 18.800 crianças.

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